Pablo Picasso pinta o tema na diagonal, entre uma área escura e outra de cor, composta de pequenas pinceladas verdes, vermelhas e amarelas. No centro, ressalta-se o vermelho puro e a pose ambígua da mulher retratada. Bastante presente a influência do neo-impressionismo.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
O que é arte Pós-Moderna?
A arte pós-moderna ou pós-modernismo é definida por alguns pesquisadores como uma arte que surgiu e permanece por conta do capitalismo contemporâneo, que se estabeleceu após a queda do Muro de Berlim e conseqüente desmoronada do sistema socialista como uma forma de governo que pudesse ser sustentada pelos governos ao redor do mundo.
A pós-modernidade, sendo a vertente cultural da sociedade pós-industrial, interliga-se estreitamente com o fenômeno da globalização, uma vez que o consumismo pretende a inserção de todas as culturas num mecanismo único com difusão dos princípios estético-estilísticos através dos meios de comunicação e da indústria da cultura.
Sendo a pós-modernidade uma época de inovações técnicas, sociais, artísticas, literárias e políticas, entre outras, opõe-se naturalmente ao Modernismo ou à Modernidade, sendo que o declínio das vanguardas deste mesmo Modernismo marca a transição entre estes dois períodos.
Momento histórico da arte Pós-Moderna
•Assim como as identidades sexuais, especialmente a identidade dos gays, a morte também foi um tema bastante dominante na arte pós-moderna.O homem branco, de classe média, os artistas pós-modernos, em particular as identidades étnicas, sexuais, femininas e ambientais, serviam a um tipo social dominante.
Artista Julian Schnabel
•Nascido em 26 de outubro de 1951, pintor e realizador norte-americano, pai de Vito, Stella, Lola, Cy e Olmo é considerado um dos mais originais da sua geração. Julian cantava em uma banda de rock e chegou até mesmo gravar seu primeiro album. Estudou na Houston University, Texas, entre 1969 e 1973. Até que no fim de seus estudos mudou-se para Nova Iorque onde começou a frequentar o programa de estudos e independentes do Whitney Museum of American Art em 1973-1974 e decidiu ser pintor, fixando-se na cidade de origem (trabalhando também ao mesmo tempo como cozinheiro e taxista até 1976). Suas obras são mostradas pela primeira vez em 1975, durante uma exposição no Contemporary Arts Museum de Houston. Nessa altura viaja várias vezes até à Europa. A primeira exposição individual de Julian Schnabel em Nova Iorque acontece em 1979, na Mary Boone Gallery, tornando-o uma figura importante desse neoexpressionismo nova-iorquino. A participação, em 1980, na Bienal de Veneza dá-lhe uma notoriedade internacional e a presença na exposição da Royal Academy of Arts, em Londres.
O ÊXTASE DE SÃO FRANCISCO (1980)
St. Francis in Ecstasy (1980) traz a figura do santo acompanhada de um crânio, o esboço de um torso musculoso e cacos de pratos incrustados. Schnabel conta que a inspiração dos pratos começou numa visita a Barcelona, quando ficou atônito diante dos mosaicos de louça de Gaudi, no Parque Güell. De volta a Nova York, Schnabel foi ao exército da salvação comprar uma montanha de pratos e levou um bom tempo até dominar o tectonismo das peças e aprender a aplicá-las na tela.
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